Advogado manda vídeo pornô para a própria filha e é preso pela PC de PE

Por: Redação

27

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/2025

 - Atualizado há 2 dias ago




Um advogado de 34 anos foi preso em flagrante em Inajá, no Sertão de Pernambuco, suspeito de estupro de vulnerável contra a própria filha, de 16 anos. A Polícia Civil investiga o caso, que ganhou repercussão após a adolescente receber mensagens e um vídeo de cunho pornográfico enviados pelo pai.

 

De acordo com as investigações, a denúncia foi formalizada pela tia da vítima, que procurou a delegacia ao saber do ocorrido. O suspeito foi detido no sábado (16) pela Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) após ser encaminhado por policiais militares. Ele passou por audiência de custódia e foi liberado no domingo (17). A identidade do suspeito não foi divulgada para preservar a vítima.

Após a recusa da jovem, ele insiste e chega a perguntar se ela ingere bebida alcoólica. Em seguida, o advogado envia um vídeo, apaga logo depois, e diz que o envio foi por engano.

A conversa prossegue com o suspeito perguntando à filha se ela viu o vídeo e se gostaria de vê-lo. Em seguida, ele envia outro vídeo íntimo para a menor.

Segundo o relato da adolescente, ela começou a receber mensagens de teor inapropriado por meio de um aplicativo de celular. Além das mensagens, o suspeito enviou um vídeo íntimo. A jovem bloqueou o contato do pai imediatamente.

 

O crime se enquadra no artigo 218-B, §2º, inciso I, do Código Penal, com amparo na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006).

 

Ao g1, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado no dia 16 de agosto pela 165ª Delegacia de Inajá. O homem foi autuado em flagrante delito e, após as medidas administrativas, foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça. A vítima está recebendo acompanhamento da rede de proteção social do município, incluindo o Conselho Tutelar. Até a última atualização desta reportagem, o delegado seccional de Floresta, Daniel Angeli, disse que o suspeito “passou por audiência de custódia e foi liberado”. Ainda de acordo com o delegado, medidas protetivas foram arbitradas contra o advogado relacionadas à Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006). Diante disso, o suspeito não pode se aproximar da jovem.

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